Empresas adotam medidas para deixarem apostas mais seguras

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Imagem ilustrativa para apostas

A pandemia do novo coronavírus deixou todos em casa. Ou pelo menos a grande maioria. Incluindo fãs de apostas online. Desse modo, as pessoas buscaram alternativas para a rotina. Alguns começaram a praticar esportes. Na grande maioria individuais. Outros usaram a tecnologia para passar o tempo. Por certo, as vendas de videogames e artigos eletrônicos cresceram.  A consultoria GFK realizou um levantamento. E constatou que o aumento foi de 85%.

Assim como as apostas online. Porém, apenas as apostas nos casinos. Decerto, todas as modalidades esportivas mundo a fora foram canceladas. O futebol, basquete, UFC e futebol americano, carro-chefe das casas, ficaram parados por cerca de seis meses. E retomados no segundo semestre de 2020. Dessa maneira, única a opção foi os casinos.

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De acordo com um levantamento do Serviço de Regulação Inspeção de Jogos (SRIJ), o uso de casinos aumentou. Jogos de máquina, poker e roleta tiveram um aumento significativo. No ínterim entre março e junho teve o crescimento de 60%. Em relação ao segundo semestre de 2019. Só para ilustrar, em cifras, foi algo em torno de 479,3 milhões de euros (R$ 3 bilhões). Em contrapartida, as apostas esportivas sofreram leve queda. Cerca de 1,5%. A queda foi pequena, mas causou prejuízos. Estimava-se um aumento entre 10% e 15%. Mas o coronavírus impediu tal crescimento.

APOSTAS ESPORTIVAS DIMINUÍRAM, CASINOS NÃO

Mesmo assim fica claro que as apostas cresceram. Tal qual o período em que apostadores realizam palpites. Ou seja, o isolamento social deixa as pessoas mais tempo conectadas a internet. Ou até mesmo em casa. Aos apostadores acarretou em mais horas nas casas de apostas. Sabendo disso, 15 associações de jogos renovaram o compromisso com apostas responsáveis. A saber, todas elas são da Europa. Essa renovação do vínculo foi intermediada pela EGBA. Segundo a associação, o momento é perfeito para as empresas se mostrarem preocupadas com seus clientes. Revelando zelo pela saúde mental e física. Confira, a seguir, trechos da declaração oficial da EGBA.

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A reintrodução de restrições mais severas poderia novamente fazer com que os cidadãos passassem períodos prolongados em casa. As empresas de jogos de azar devem, portanto, estar vigilantes. Para promover jogos de azar mais seguros e proteger seus clientes. Especialmente aqueles que são vulneráveis.”

Sem dúvida, o isolamento provocou a dependência em jogos de azar. Assim, os que apostavam com frequência tornaram-se assíduos. Já quem apostava de maneira esporádica, realiza palpites periódicos. Todos eles em casinos.

Os dados publicados pelos reguladores do jogo revelaram que, com o cancelamento de grandes eventos esportivos, a maioria dos clientes de apostas esportivas simplesmente parou de apostar completamente.”

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CONFIRA AS MEDIDAS

Por fim, o trecho acima deixa claro que os apostadores seguiram fazendo palpites. Contudo, migraram dos esportes. E foram rumo aos casinos. Dessa maneira, entre as medidas recomendadas pela EGBA, estão:

  • Peças publicitárias nos sites não podem retratar a aposta como uma solução para o tédio ou problemas sociais
  • A publicidade não deve se referir ao novo coronavírus
  • Os sites contenham medidas de verificação de identidade
  • Explicitar como apostar de forma segura

Foto destaque: Reprodução – Internet/ Arte – Shaftscore

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