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Chapecoense: De 2016 para eternidade

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Jogadores da Chapecoense durante um jogo na Copa Sul-Americana de 2016

Sem dúvida, todo fanático por futebol se recorda da Chapecoense quando ocorre a final da Copa Sul-Americana. E não à toa. Pois a tragédia de 2016 está gravada na memória de muitos. Sabendo disso, nós da Shaftscore relembramos a linda jornada que terminou fatidicamente no voo LaMia 2933. Neste texto, revisitaremos a trajetória da Chape até a final, o triste fim do elenco e as homenagens que a equipe catarinense recebeu.

CLASSIFICAÇÃO E PRIMEIROS JOGOS NA SULA

A saber, a Chapecoense garantiu vaga na Copa Sul-Americana após o 15º lugar no Brasileirão de 2015. Porém, vale destacar que não seria a primeira aparição no torneio. Naquele mesmo ano, 2015, a equipe realizou sua estreia na Sula. E foi uma boa debutante, eliminou a Ponte Preta e o Libertad, nas oitavas. Depois disso, caiu frente ao poderoso River Plate, nas quartas de finais. Com direito a uma vitória no jogo de volta, algo histórico. Posteriormente, em 2016, o clube entrou na segunda fase, onde despachou o modesto Cuiabá, por 3 x 2. Logo nas oitavas, um enorme desafio. Afinal, a missão do treinador Caio Júnior era eliminar o Independiente (ARG), hexacampeão da Libertadores.

Por certo, a ida aconteceu em Avellaneda, na casados Rojos. Mesmo sob forte pressão da torcida da casa, os bravos guerreiros da Chape seguraram o empate sem gols. De maneira idêntica, na volta, a partida terminou em 0 a 0. Desse modo, a vaga foi decidida nos pênaltis. Pela primeira vez, o goleiro Danilo já se mostrara um grande herói, defendeu três cobranças e despachou o Independiente. Na sequência, os catarinenses enfrentaram o perigoso Junior Barranquilla (COL). Porém, na Colômbia, o resultado foi adverso: 1 a 0 para os donos da casa. Assim, a Chapecoense teve a difícil missão de reverter o resultado na Arena Condá. Mesmo sabendo de todas as adversidades, as estrelas de Ananias, Thiego e Gil brilharam. Cada um marcou um gol e sacramentaram a inédita classificação por 3 a 0.

A DURA MISSÃO DE ELIMINAR O TIME DO PAPA

Após a brilhante vitória contra o Junior, o Índio Condá teve de eliminar mais um gigante, o San Lorenzo (ARG). Vale lembrar que dois anos antes daquela semi, o Ciclón havia conquistado a Copa Libertadores de 2014. E o Time do Papa queria mais, dessa vez a Sul-Americana. Todavia, não imaginavam o quão duro seria eliminar a até então desconhecida Chapecoense. Num Nuevo Gasómetro abarrotado de hinchas, os catarinenses seguraram com unhas e dentes um empate de 1 a 1. Na volta, numa Arena Condá também recheada de torcedores, mais um empate de 0 a 0. Ou seja, conforme o gol fora, marcado por Ananias, a Chapecoense chegava à primeira final internacional de sua história.

O JOGO QUE NUNCA ACONTECEU

Sem dúvida, não é comum ver times do segundo ou até terceiro escalão em competições internacionais. Tampouco em finais. Mas isso já aconteceu. Quem não se lembra da inédita campanha do São Caetano, que chegou à decisão da Libertadores em 2003? Ou até mesmo em 2010 e 2013, quando Goiás e Ponte Preta foram vice-campeões da Sula. Em todas essa finais, torcedores de outros times encheram o estádio e torceram por aquelas equipes. Afinal, São Caetano, Goiás e Ponte representavam o Brasil. Desse modo, a Chape também recebeu grande apoio de outras torcidas. Sobretudo, de times da região Sul do país. Como todo esse apoio, no dia 28 de novembro de 2016, os bravos guerreiros embarcaram rumo a Colômbia. A primeira final seria contra o perigoso Atlético Nacional. A rota até Medellín, cidade onde haveria a partida, foi realizada pela pequena, e desconhecida, LaMia, da Venezuela.

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Primeiramente, a ideia era sair do aeroporto de Guarulhos, São Paulo, e ir diretamente a Medellín. Entretanto, segundo as normas, isso só poderia ser feito por uma empresa ou do Brasil ou da Colômbia, o que não era o caso. Assim sendo, a Chapecoense teve de voar até a Bolívia para embarcar no avião da LaMia. A rota seria Santa Cruz de la Sierra-Medellín. Por volta de 22h00 (horário da Colômbia), o comandante Miguel Quiroga informou à torre de controle que o avião estava com problemas elétricos. Declarando, assim, situação de emergência. Apenas 15 minutos depois, a torre perdeu contato com a tripulação. Isso porque o avião acabara de se chocar com o monte Cerro El Gordo. Dos 77 passageiros, apenas seis se salvaram. Dentre os jogadores: Alan Ruschel, Neto e Jakson Follmann. Além do jornalista Rafael Henzel. Tal qual os tripulantes Erwin Tumiri  e Ximena Suarez.

O dia que o mundo chorou

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