John Textor gastou o dobro do que gostaria no Botafogo

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John Textor Botafogo

Acionista majoritário do Botafogo (atualmente detendo 90% da SAF do clube carioca), John Textor concedeu uma entrevista ao jornal francês L’Equipe. Assim, Textor falou, principalmente, sobre o Olympique de Lyon, clube francês no qual Textor comprou mais recentemente algumas ações. Contudo, o norte-americano falou também sobre como atua em clubes de todo o mundo, inclusive no Botafogo.

Processo de John Textor com o Botafogo

Segundo ele, o processo que pretende fazer no Lyon, o que fez no Crystal Palace e oq vem fazendo no Botafogo é completamente diferente. Assim, John Textor falou que seu trabalho no Lyon será mais parecido com o do Crystal Palace. Já que, segundo ele, nestes clubes ele está ‘mais atrás do palco do que na frente’. Ao contrário do que acontece no Botafogo, que era um clube completamente diferente de tudo que ele já viu. Principalmente, pois Textor é o único acionista do Botafogo, e antes dele, o clube carioca era controlado por uma ‘associação’. Então, ele mudou tudo, principalmente a mentalidade dos funcionários do Botafogo.

Auto avaliação

A saber, John Textor também fez uma auto avaliação sobre seus primeiros meses de Botafogo. E devido a grande empolgação em começar a trabalhar com o clube carioca, acabou gastando duas vezes mais do que lhe foi pedido. Inclusive, acabou gastando em ‘jogadores que não deveria’. Em suma, John Textor de fato se envolveu e se apaixonou pelo Botafogo. Assim, acabou se tornando quase que o ‘dono’ do clube carioca. Textor devolveu ao botafoguense a chance de sonhar com um futuro brilhante para o Alvinegro.

Vale lembrar que John Textor vem fazendo tudo sozinho no Botafogo. Principalmente, pois este modelo de SAF é completamente novo no Botafogo. Além disso, Textor detém 90% das ações da SAF Botafogo. Com os outros 10% pertencendo ao próprio clube, como uma espécie de ‘garantia’ de que Textor não seria o dono absoluto da equipe, podendo mudar a identidade visual da equipe (como escudo e cores). Assim, o norte-americano se comprometeu a pagar pelo menos R$ 400 milhões em um período de três anos. Só em 2022, a SAF já recebeu R$ 150 milhões desse montante. Além disso, Botafogo e Textor se comprometeram em estabelecer um teto salarial.

Mentalidade do Botafogo

Em suma, já fazem cerca de cinco meses que o Botafogo se transformou em SAF. E quando Textor desembarcou pela 1ª vez no Rio de Janeiro para assumir a SAF Botafogo, encontrou praticamente um cenário de terra arrasada no clube carioca. Ele mesmo, nesta entrevista ao L’Equipe, falou sobre esta situação que encontrou no clube carioca:

Não havia nada. Cargos interinos, a grama não era cortada, o treinador (Enderson Moreira) discutia com os árbitros…

Então, foi feita uma grande mudança de estrutura interna. A mentalidade do clube está mudando com John Textor. Para isso, Textor conta com a ajuda de diversos profissionais que chegaram com a SAF, entre eles, André Mazzuco (diretor de futebol do Botafogo) e Luis Castro (técnico do Botafogo). E mais do que nunca, existe um projeto para o futuro do Glorioso. Coisa que há cerca de um ano atrás, antes do início do processo da SAF, não era nem imaginado. Em suma, o Botafogo estava falindo. E John Textor abraçou este desafio que ainda existe. Por fim, segundo Textor em suas redes sociais, ele ‘acredita no projeto e nos jogadores que estão no Botafogo‘. Antes do norte-americano e da SAF, alguém acreditava no futuro do Botafogo?

Foto destaque: Divulgação/Vitor Silva/Botafogo

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