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Vítor Pereira lamenta “derrota pesada” e diz que “prioridade é o Boca”

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VP fala sobre derrota do Corinthians, mas diz que foco está em terça

O técnico Vítor Pereira demorou a aparecer na entrevista coletiva no estádio do Maracanã, na noite deste sábado, após a derrota por 4 x 0 para o Fluminense. Depois de conversar com os jogadores, ele, enfim, apareceu para falar com os jornalistas. O semblante não era o dos melhores.

“Eu não me recordo, na minha carreira, de uma derrota assim. Mas foi justa pelo o que aconteceu em campo. Nós priorizamos o jogo contra o Boca. Sabíamos dos riscos, sabíamos que juntando a maioria dos jogadores que não têm tido oportunidade, com falta de ritmo, com alguns miúdos… Pegando um Fluminense bem trabalhado, que está fresco, na máxima força, sabíamos que o risco era grande. Sabíamos que cometeríamos erros, como cometemos”, revelou.

“É uma derrota pesada, que nos custa muito. Mas a corda estica, estica, estica, e chega um dia em que arrebenta. Contra fatos, não há argumentos. Para esse jogo, não tínhamos argumentos para enfrentar uma equipe com o nível do Fluminense”.

Os desfalques pesaram?

 

Mais uma vez, o Corinthians teve muitos problemas para a escalação. Vitor Pereira não teve à sua disposição: Gil, João Victor, Renato Augusto, Maycon, Roni (suspenso), Rafael Ramos, Fagner, Willian, Du Queiroz e Gustavo Mosquito. Foram 10 ausências, que obrigaram o treinador a montar um um time totalmente diferente, a maioria jovem.

“Essencialmente, acho que a qualidade da equipe adversária (foi o maior problema). Depois, jogadores que têm jogado pouco misturados com jovens, que não têm muita ligação entre eles, além dos treinos. Tentamos colocar um ou outro jogador para dar um pouco de tranquilidade para a equipe, mas só podíamos arriscar 45 minutos, senão acumularíamos tempo, que nos afetaria contra o Boca”, afirmou.

“É uma junção de tudo. Da qualidade do adversário, que eu gostei muito. Para jogar contra eles, tínhamos que ficar com a bola, e com as características dos jogadores que tínhamos em campo, não fomos capazes. Quando ganhávamos a bola, tentamos acelerar. Mas não posso apontar nada dos jogadores, tentaram de tudo, mas não foram capazes”, completou.

Ainda assim, dá para ser campeão brasileiro?

 

Questionado sobre a chance ser campeão brasileiro, Vitor Pereira disse que vê adversários à frente em qualidade e quantidade.

“No meu ponto de vista, há muitos clubes com mais argumentos em quantidade e qualidade. Se estivermos com todos disponíveis, podemos andar ali. Caso tenhamos só o Brasileirão e todos disponíveis, podemos disputar. Se tivermos mais de uma competição, com novos jogadores de fora, o Jô que saiu, foram dez, é uma equipe completa. Não temos os argumentos e nem as soluções que tínhamos quando cheguei”, argumentou.

O foco está na Libertadores, segundo Vitor Pereira

 

Apesar de ser o vice-líder do Brasileirão, o foco do treinador, no entanto, está no jogo contra o Boca Juniors, terça-feira (5), na Bombonera, pelas oitavas de final da Libertadores.

“Não temos que ficar falando dessa derrota apenas. São três pontos recuperáveis. O próximo jogo não é, não tem como recuperar. Então já temos que focar no próximo jogo. Vamos ver quais os jogadores disponíveis. Espero recuperar alguns deles para nos apresentarmos competitivos contra o Boca”, ressaltou.

Por fim, o português disse que na chegada ao CT Joaquim Grava irá se reunir com o departamento médico para saber com quem poderá contar para semana que vem.

“Vamos viajar agora, amanhã (domingo) tenho treino, aí teremos uma reunião com o departamento médico para entender. Algum ou outro vai ser mesmo quase até a hora do jogo para perceber se podem ir ou não para o jogo”, finalizou.

Veja mais trechos da coletiva:

 

Avaliação sobre jogo e Giovane

 

“No início, quando começamos a ter mais bola, levamos na transição. Tentamos pressionar, mas eles saíram da pressão. Levamos o terceiro quando estávamos sendo mais protagonistas, tentando o 2 a 1, mas levamos em uma transição de qualidade. O quarto já e um gol que foi quase oferecido, foi demérito nosso, não podíamos perder a bola ali. Neste contexto, acho que ele fez um bom jogo”.

Lesões

 

“Vamos tendo lesionados, lesionados, as opções vão diminuindo, diminuindo. E, vai acumulando em um calendário absurdo. Quem anda com todas as competições? É uma coisa absurda. Eu não imaginei que fosse possível. Mas, nesse país é possível. Quem disputa todas começa a ter problemas. As lesões começam a aparecer em jogadores que não imaginávamos antes. Como o Du Queiroz. Ele tem que jogar a cada três dias, sem parar. Então lesiona. Iria chegar um dia como hoje, quando precisávamos ter jogadores frescos para pressionar, para ter a bola, mas não temos”.

Foto destaque: Reprodução / André Durão

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