Edu diz em publicação ter sido ‘Tratado como vagabundo’ por autoridades

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Edu diz em publicação ter sido 'Tratado como vagabundo' por autoridades

Após a vitória de virada sobre o Londrina, Edu, atacante da raposa publicou em suas redes sociais um desabafo sobre os acontecimentos que postergaram o encerramento da partida. Além disso, outro atacante do time celeste também se posicionou, Luvannor. Assim, Edu na rede social Twitter comentou que se sentiu ‘tratado como vagabundo’ após dar depoimento para as autoridades.

“Acabei de chegar em casa! Dentro de uma cela por 40 minutos, tratado como vagabundo! Prestei depoimentos, usei os vídeos que mostram claramente que eu não tento nenhum tipo de agressão!”, disse o atleta, nas redes sociais.

A saber, o atacante teria supostamente deferido um chute em um policial militar que estava de serviço no confronto entre Londrina x Cruzeiro. Em entrevista para a TV Globo, o delegado Edgard Soriani deixou claro que, em primeiro momento, não é possível identificar o ato de violência do atleta.

“Vamos tentar provar se ele causou ou não a lesão, porque as imagens ali pairaram dúvida sobre muitas coisas, inclusive da efetiva participação dele na agressão. O vídeo foi fornecido e anexado ao procedimento. Dependendo se ele não quiser mais dar continuidade ao feito, ele pode fazer uma transação penal, um acordo”, disse Soriani.

“O vídeo é bem claro, mostra ele num canto e não mostra ele (Edu), pelo menos nesta parte do vídeo, agredindo um policial. Agora, vamos apurar se ele tem envolvimento de lesão corporal, de desacato. Isso será apurado”, acrescentou o delegado.

Além do mais, jornalistas e jogadores relataram que  que após a vitória celeste, os torcedores do time paranaese tentaram invadir a cabine de transmissão em que estavam integrantes da Rádio Itatiaia. Em seguida, a PM agrediu e jogou spray de pimenta nos atletas celestes que tentaram ajudar a conter a invasão.

A tentativa de invasão

Primeiramente, um relato de um jornalista que estava a beira do campo pela rádio Itatiaia, Emerson Pancieri afirmou que os jogadores do Cruzeiro voltaram do vestiário para ajudar a impedir a invasão na cabine de transmissão. A saber, o alvo seria o radialista Pequetito. O jornalista afirmou também que a PM acertou com cacetetes um nutricionista do cabuloso e o volante Machado.

Ainda na transmissão, o narrador disse: “Eles estão falando que eu fiz ‘tchauzinho’ , mas não fiz. Eu vibrei com o gol do Cruzeiro, gente, apenas isso”, disse o radialista, em referência ao gol marcado por Rodolfo, que garantiu a virada do Cruzeiro nos acréscimos do segundo tempo.

“Está difícil aqui. Estão tentando bater na porta, já arremessaram coisa aqui na cabine. Está difícil. Não tem como eu sair daqui, não tem jeito, está difícil. Estão tentando entrar aqui na cabine, gente. Pelo amor de Deus!”, completou.

Em seguida, Pancieri entrevistou o atacante Luvannor, que relatou alguns acontecimentos em meio ao caos do pós jogo. “A torcida dos caras está fechando o cara. Quatro jogadores nossos foram, mas lá tem torcida dos caras. São 50 contra quatro”, iniciou.

“Policial foi covarde. Nós não queríamos entrar. Ele, nas costas, deu uma cacetada no jogador nosso. Sacanagem, covardia, é covardia. Poxa, coisa feia. Tem necessidade!? Ganhamos o jogo. A polícia não pode fazer isso, cara. Eles têm que vir aqui para acalmar. O cara desce o cacetete, covardia do c***”, reclamou Luvannor.

Foto destaque: Divulgação/ Cruzeiro

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