Felipe Alves ou Jandrei: quem será titular no São Paulo

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Felipe Alves ou Jandrei: quem será titular no São Paulo

O São Paulo tem uma grande dúvida para a grande decisão na quinta-feira (8): o gol. Como resultado, a equipe encara o Atlético-GO, pela volta das semifinais da Copa Sul-Americana, depois de perder por 3 a 1, em Goiânia.

O goleiro Jandrei era o titular absoluto da posição, principalmente após ser o grande herói da classificação para as quartas de final da Copa do Brasil contra o Palmeiras. Todavia, após retornar de contusão, o jogador não tem tido boas atuações e tem acumulado críticas dos torcedores.

Em contrapartida, herói da classificação contra o Ceará, na Copa Sul-Americana, Felipe Alves retornou para o banco de reservas com a volta do camisa 93. Mas ganhou oportunidade contra o Cuiabá, no último domingo (4). Como resultado, o goleiro foi exigido e deu conta do recado, fazendo boas defesas e evitando a derrota contra o Cuiabá.

Dessa maneira, existe a dúvida de quem Rogério Ceni vai optar para ser titular contra o Atlético-GO. Aliás, ao ser perguntado como o tema, o comandante se esquivou, acreditando ainda ser muito cedo para ter essa decisão tomada.

– Primeiro que imaginar o resto da temporada é precipitado, toda vez que há derrotas em um time grande existem críticas direcionadas a jogar, ao técnico. Vivemos jogo a jogo, vamos chegar às 5h da manhã, nos recuperar terça e quarta vamos trabalhar pensando no jogo, na decisão da posição no jogo de quinta – disse Ceni.

Ceni e família

Por fim, Ceni falou sobre como foi a volta para o seu estado. O treinador nasceu em Sinop-MT e estava bem próximo de suas origens. Comentou sobre o seu pai e toda a sua família. Logo depois, avaliou o esquema tático adotado para o compromisso do Brasileirão.

“Meu pai viria, mas já é um pouco mais difícil. É um estado que comecei a carreira, num jogo que o goleiro se machucou, 32 anos atrás. Desde a década de 80, minha família mora aqui. É responsável pelo PIB brasileiro com o agronegócio, que sustenta o Brasil.”

“Nós não jogamos em nenhum momento com três zagueiros, jogamos com linha de quatro, com Welington e Rafinha nos lados e com Ferraresi e Luizão, linha de quatro. Claro que por natureza o Welington apoia mais que o Rafinha, até pela idade e tudo. Na volta do intervalo, Ferraresi tinha cartão amarelo,e estava sofrendo com as bolas em velocidade. O Rafinha tem muita construção de jogo, facilidade para ver o jogo de frente. Não sabia que o Deyverson ia sair do jogo, mas achei que a gente ia ter mais o controle do jogo, sofrendo talvez em algum momento na bola parada, mas acreditava que teríamos mais a bola no segundo tempo. O Rafinha ficou na dupla de zaga e acho que foi muito bem. Depois da expulsão o jogo mudou bastante”.

Mudanças

Por fim, o treinador explicou a mudança que fez durante o intervalo, tirando o zagueiro Ferraresi para a entrada de Juan Santos, um zagueiro por um atacante. Assim, relatou seu plano de jogo e a utilização de Rafinha como defensor ao lado de Luizão. Todavia, a expulsão de Welington mudou o cenário da partida.

– Na volta do intervalo, o Ferraresi tinha cartão amarelo, tava sofrendo nas bolas em velocidade. Cuiabá tem muita construção de jogo, achei que mesmo correndo risco, não sabia que o Deyverson ia sair, achei que teríamos mais controle de jogo, sofreríamos mais em bola parada. Achei que teríamos mais a bola, Rafinha ficou como dupla de zaga, acho que foi bem. Depois da expulsão, muda bastante – analisou o treinador do São Paulo.

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