Marcos Rocha sobre o duelo na Libertadores “Não pode cochilar, não pode dar mole”

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Marcos Rocha sobre o duelo na Libertadores Foto destaque: Divulgação/Cesar Greco/Palmeiras

Primeiramente, o jogador Marcos Rocha, do Palmeiras, foi sincero sobre o próximo jogo da Copa Libertadores contra o Cerro Porteño, pelas oitavas de final da competição.

De antemão, o Alviverde anotou três gols no confronto da ida e garantiu uma boa vantagem para o embate da volta, na arena Allianz Parque, que está previsto para esta quarta-feira (6), às 19h15 (horário de Brasília).

Assim, o lateral-direito, único brasileiro a ter disputado dez edições consecutivas de Libertadores, comentou sobre a importância de manter os pés no chão e entrar atento para a partida contra o Cerro.

“Jogo de Libertadores não pode cochilar, não pode dar mole. Eles vão vir para tentar buscar um resultado positivo, provavelmente vão vir com uma formação diferente. Vimos que no final do jogo colocaram dois centroavantes que dificultaram a nossa bola aérea”, destacou o lateral.

Aliás, poupado na última rodada do Brasileirão, o camisa 2 ressaltou a importância da torcida para a decisão em casa. Sobretudo, para ele, o apoio incondicional das arquibancadas faz com que a equipe se sinta segura.

” Espero que amanhã possa ser casa cheia, com apoio incondicional como na última partida”, comentou.

“Contamos com o apoio dos torcedores, que eles continuem acreditando porque sabemos que juntos já conseguimos algo especial que hoje relembramos e vibramos quando falamos das nossas histórias” continuou o jogador.

A saber, para o jogo contra os paraguaios, mais de 38 mil ingressos já foram vendidos, portanto terá a casa cheia. Nesse sentido, contra o Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro, o Allianz recebeu 40.235 torcedores. Contudo, a chance desse número ser superado contra o Cerro é grande.

Assim também, o atleta ainda se manifestou sobre os diversos torneios que contam com a participação do time paulista e reforçou o pedido feito comissão técnica de Abel Ferreira: paciência. De acordo com o lateral, o elenco segue o mesmo e a vontade de ganhar também.

 “Estamos disputando três grandes campeonatos e brigando por todos. Uma hora ou outra podemos oscilar, mas sabemos o quanto o nosso trabalho é positivo dentro e fora do clube, com o torcedor reconhecendo e lotando o estádio. Isso nos deixa muito felizes e nos faz trabalhar ainda mais para dar a resposta para eles. É ter calma, paciência e tranquilidade”, disse.

Trajetória forjada por conquistas

Em primeiro lugar, Marcos Rocha é um dos laterais mais bem estabelecidos do futebol brasileiro na última década.

A saber, o jogador foi revelado pelo Atlético-MG, assim foi tricampeão da Libertadores em 2013 e bi da Recopa Sul-Americana em 2014 com o Galo. Além disso, foi campeão brasileiro em 2018 e bi da Copa do Brasil em 2014 com o Atlético.

Inegavelmente, os troféus da carreira de Rocha são relevantes. Isso sem contar seis estaduais, quatro pelo time mineiro e dois pelo Palestra.

A primeira competição profissional jogada pelo lateral foi a Série B de 2008, pelo CRB, quando foi emprestado pelo Atlético Mineiro. Acabou rebaixado, mas atuou em 26 dos 38 jogos como titular e marcou três gols.

Mesmo com o rebaixamento, voltou com outro status ao seu clube de origem, e passou a ser o principal lateral-direito do elenco com Cuca. Assim, isso se manteve por seis temporadas até deixar Belo Horizonte no final de 2017.

Desde que chegou ao Verdão, em 2018, soma 212 duelos e sete gols, além do bicampeonato da Libertadores, do bi paulista, da Copa do Brasil de 2020, do Brasileiro de 2018 e da Recopa de 2021.

Foto destaque: Divulgação/Cesar Greco/Palmeiras

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