ex treinador do Vasco dá declaração forte sobre acesso

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ex treinador do Vasco dá declaração forte sobre acesso

O ex treinador do Vasco, Maurício Souza, falou em entrevista a ESPN sobre sua demissão da equipe e o que acha do final do Brasileirão da Série B. Decerto, o nome escolhido para substituir Zé Ricardo não foi bem e só venceu três jogos em oito possíveis.

Maurício lamentou o pouco tempo de trabalho que foi dado, mas sabe das dificuldades que teve, principalmente pelo passado no rival. Ainda assim garantiu que conseguiria o acesso com o Vasco:

“Eu estava em casa e soube do interesse do Vasco. Naquele momento estavam fazendo um levantamento interno com o setor de mercado e análise sobre treinadores. Eles queiram uma maneira diferente de jogar do que estava acontecendo, mas não queriam mudança na estrutura. Para isso acontecer, o nome que caberia melhor era o meu. Aceitei porque é uma oportunidade ímpar na carreira, meu primeiro trabalho à frente de uma equipe profissional.

O início foi bem difícil por causa da rejeição por vir do Flamengo e por ser um primeiro trabalho. Encarei de peito aberto e não me arrependo de nada do que fiz. Vi um time que tinha começado a ter uma identidade do que o Vasco queria, mas passava por algumas situações de mudança de mentalidade dentro da equipe. Mas isso estava muito relacionado ao momento do clube, que passa por muita pressão pelo acesso. Não tem como ser diferente porque o lugar do Vasco é na primeira divisão”.

Decerto, com oito jogos, Maurício pegou cinco jogos fora de casa e conseguiu vencer dois deles. Entretanto, a pressão foi imensa e os empates dentro de São Januário o tiraram do comando da equipe:

“O Vasco teve um começo de ano muito regular de muitos empates, algumas vitórias e estava no G-4. Qualquer mudança trazia uma desconfiança e não consegui colocar tudo o que tinha de ideia. Fui tentando em doses homeopáticas, mas não tenho dúvidas que o sucesso do Vasco passa por algumas mudanças. Me entreguei de corpo e alma. Sinto muito por ter sido pouco tempo. Via a equipe evoluindo e entrando nos trilhos, mas com apenas 8 jogos, sendo 5 deles fora de casa, acabei sendo demitido. Não tenho a menor dúvida que teríamos conseguido o acesso, mas só trago momentos bons dentro do clube.

Agora aguardo uma oportunidade e não estou me fechando para o mercado. Quero um projeto legal que possa colocar em prática o que sei e sou capaz. Não me fecho para ser treinador, auxiliar ou trabalhar na base”.

Foto destaque: Reprodução/CRVG

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