Pablo relembra gol perdido pelo São Paulo no Allianz Parque

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Pablo relembra gol perdido pelo São Paulo no Allianz Parque

O atacante Pablo foi o grande herói da classificação do Athletico Paranaense na final da Copa Libertadores da América. O atacante saiu do banco de reservas, fez um gol e ainda deu uma assistência para o tento de empate de Terans, aos 40 minutos do segundo tempo. Na saída do gramado, o camisa 5 relembrou um lance no mesmo estádio, mas com a camisa do São Paulo.

“É um gol especial, porque no outro clube que eu jogava eu acabei perdendo um gol naquele mesmo gol e lembro que fiquei sem dormir, triste, chateado e nós não nos classificamos. Mas o futebol da voltas”, afirmou.

Logo depois, na zona mista, o jogador foi novamente perguntado sobre a situação. Pablo entende que não foi uma volta por cima, pois aquele gol perdido nas quartas de final da Libertadores de 2021, contra o Palmeiras, ficou marcado na história do atacante.

Além disso, revelou que o lance foi prejudicial nas suas noites, visto que não conseguiu dormir por muitos dias. Mas, deixou claro que o pensamento para o confronto desta terça-feira (6), era apenas em ajudar a sua equipe a conseguir a classificação.

“Não falo em volta por cima. Aquele jogo ficou muito marcado na minha memória, fiquei noites sem dormir. Mas eu pensava, hoje eu só penso nesse gol e que estamos na final, relembrando o gol perdido pelo São Paulo em 2021.

Ceni se comparada com Telê Santana

O técnico Rogério Ceni se inspira em Telê Santana, o maior ídolo do São Paulo como treinador, para ser melhor em sua carreira. Em entrevista para o UOL Esporte, o comandante afirmou que puxa algumas características do histórico técnico, como a chatisse e cobrança sobre os jogadores.

“Primeiro, perfeccionismo com o gramado. Tentar fazer com que o gramado todo dia esteja bom, molhado, cortado… sempre atento a isso. E eu acho que a chatice também, de cobrança, de tentar exigir o melhor do jogador, o horário e a disciplina”, disse Ceni.

“Eu só não tenho os títulos que ele tem, as duas Libertadores e os dois Mundiais. E ele era um cara muito enérgico, eu acho que sou bem mais tranquilo que ele nesse sentido fora do campo. Dentro do campo sim, faço as cobranças”, prosseguiu.

Logo depois, Rogério relembrou momentos de Telê quando esteve como jogador no São Paulo, logo no início de sua carreira. Para ele, o ex-técnico era muito profissional e comprometido com o trabalho, sempre com muita cobrança e poucos sorrisos.

“Ele acrescentou muito na minha carreira, me mostrou o que era profissionalismo, comprometimento, ser sério no trabalho. Ele era assim todo dia, era sempre o mesmo Telê, poucos sorrisos”, afirma Ceni.

“Sempre gostei muito de treinar, então chegava muito cedo e o Telê gostava muito disso. Os treinos eram às 9h, eu chegava às 8h30 pronto no campo. Ainda faltavam dois ou três atletas no ataque, faltando uns 20 minutos para o treino começar, mas o Telê não esperava e me mandava ir ao gol. Então, trabalhava no gol sem sequer ter aquecido. Depois que o Telê ficou doente, não tinha quem me treinasse mais cedo”, finalizou Ceni.

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