Emílio Faro prefere comemorar um ponto ao lamentar o empate do Vasco

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Emílio Faro prefere comemorar um ponto ao lamentar o empate do Vasco

O Vasco empatou sem gols com a Chapecoense, no último domingo (31), pela 22ª rodada da Série B. Decerto, a equipe teve a reestreia do atacante Alex Teixeira, que retornou ao time depois de 12 anos e atuou por 30 minutos. A equipe não aproveitou tantas chances, mas ainda passou perto de vencer, com chances de Alex e Andrey Santos.

Emílio Faro, na coletiva pós jogo, preferiu elogiar o time e exaltou o um ponto que o time conquistou, ao invés de lamentar os dois pontos perdidos:

“Dentro de competição tão difícil, andamos mais um degrau. Queríamos ter andado três degraus, mas foi mais um degrauzinho”.

A equipe chegou aos 39 pontos e está no 2º lugar da tabela. Decerto, as contas da comissão técnica é de que para subir, o Vasco precisará chegar, no mínimo, aos 61 pontos. Em suma, o time ainda não perdeu como mandante na Série B.

Arbitragem foi ponto de discussão

Outro ponto importante dentro do jogo, foi a atuação de Douglas Marques. O árbitro foi bastante questionado com as decisões que tomou, inclusive expulsando Nenê por causa de reclamação, no final do segundo tempo;

Em suma, a principal reclamação do jogo, foi um pênalti no jovem Eguinaldo, na metade da etapa final. O árbitro não achou falta dentro da área e ouviu dos analistas do VAR que o atacante vascaíno se jogou. A decisão foi criticada por todos os comentaristas de arbitragem e analistas, que falaram na transmissão da TV e nos debates pós jogo que foi pênalti.

Portanto, Emílio falou sobre o lance e as decisões que o árbitro tomou nos 90 minutos do confronto:

“A arbitragem está muito pressionada no Brasil. Está todo mundo falando de arbitragem. Entra numa pressão que normalmente são os treinadores que sofrem e agora está toda em cima da arbitragem. A arbitragem fica indecisa em tomar atitudes na partida. Aí gera toda insatisfação e gera um jogo que é a última coisa que o mandante precisa, que é um um jogo dinâmico. O time deles estava em bloco baixo e teve um jogo picotado, parado, que traz insatisfação o tempo todo para as equipes.

O jogo não anda. Esse tipo de arbitragem indecisa, com falta de convicção, prejudica o mandante. Fomos prejudicados porque o tempo de bola em jogo desse, com a torcida crescendo com a equipe, com toda hora jogada tolhida, estancada, fica complicado de jogar.

Mas existe uma coisa que me incomoda. Existe o VAR e já está se parando o jogo por vários motivos. Mas se tem indefinição em pênalti, solicita o VAR e olha. Se não foi pênalti, você não dá o pênalti. Simples assim”.

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